Quantas vezes você estava com alguém e sua cabeça não estava ali? E quantas vezes no momento em que não pôde sentir esta pessoa em seus braços, sentiu sua falta? Você já parou pra pensar no que machuca mais: fazer algo e desejar que não tivesse feito, ou não fazer e desejar que tivesse? Você já teve medo de começar um relacionamento? Medo de não ser a hora ou a pessoa certa? Seu coração não escolhe quem amar, e faz por conta própria, quando você menos espera, ou mesmo quando você não quer. Quantas vezes você deixou passar momentos importantes que não voltam mais? Quantas vezes você quis esquecer uma história ou alguém, que permaneceu na sua cabeça por um tempo longo? Você já se sentiu sozinho mesmo cercado de um monte de pessoas? Ou já beijou alguém que fez a multidão sumir? Você já passou um dia sentindo muitas saudades do que viveu? Você já viveu uma situação tão boa e feliz que até deu medo de tudo ser muito passageiro? Alguma vez você passou por cima do seu orgulho pra correr atrás do que queria? Inventou apelidos carinhosos para algumas pessoas e só chama elas por eles? Você já viu a força que tem, quando apostou todas as suas fichas em algo que acreditava e perdeu? Quantas vezes uma pessoa a quem você não dava nada, foi o primeira a te ajudar? E quantas vezes aquela que você mais esperava gratidão, te deu às costas e te decepcionou sem você nunca saber o porque? Você já se achou bobo, ridículo, por insistir em algo que não valia a pena? Teve algum dia que você acabou ficando com alguém apenas pra não ficar sozinho? Você já passou por um dia em que tudo deu errado, mas no final aconteceu algo maravilhoso? E também já aconteceu algo em que tudo deu certo, exceto pelo final que estragou o que parecia perfeito? Você já chorou porque lembrou de alguém que amava e não pode viver intensamente isso com essa pessoa? Você já reencontrou um grande amor do passado e viu que ele mudou e que tudo também faz outro sentido pra você? Para essas perguntas existem muitas respostas. Mas o importante sobre elas não é a resposta em si, e sim o que sentimos em cada uma dessas situações. O sentimento e as lembranças que ficam de cada história. Todos nós erramos, julgamos mal, somos bons e somos cruéis, amamos, sofremos, tivemos momentos alegres e outros às vezes tão tristes. E todos um dia não tiveram coragem e hoje se arrependem, ou não. Todos já fizeram uma coisa quando o coração mandava fazer outra. Então qual a moral disso tudo? Vá à luta! Antes que seja tarde! Bola pra frente! Não continue pensando nas suas fraquezas e erros. Daqui por diante, faça um acordo consigo mesmo e lute! Não abaixe a cabeça! Faça tudo que puder pra ser feliz hoje. Releve. Esqueça. Não deite com mágoas no coração. Não durma sem fazer ao menos uma pessoa feliz. E comece com você!
(Martha Medeiros)
Ele: O que você tem ?
Ela: Ah… ( Eu estou me apaixonando, por você! Você não consegue ver ? Eu não aguento mais ouvir você falar de outras garotas muito menos saber que você deve me considerar como uma amiga. Eu não consigo parar de pensar em você um minuto. Eu fico acordada horas pensando no que te dizer mas nunca sai nada, ou quando começa a sair eu mudo de assunto! Estou me sentindo uma idiota, estou triste por te amar e feliz por você estar por perto. Eu te amo, é isso que eu tenho.) dor de cabeça.

Querido Deus,
Me desculpe, por não acreditar em Você algumas vezes, perdoe-me por ter uma fé tão abalada. Me perdoe por orar sem muito crer nas palavras que saem da minha boca, me desculpe por só pedir quando preciso. Me desculpe, eu sei que erro. Me desculpe por não agradecer todos os dias por ter a vida que o Senhor me deu, minha familia, amigos, minha casa, e até meus erros! Me desculpe por não aceitar ou perceber o quanto o Senhor é maravilhoso comigo, me desculpe por ser simplesmente eu, e ter essa triste imperfeição.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. E quando a saudade não cabe mais no peito, ela transborda pelos olhos.
A melhor parte de mim leva o meu caminho até vocês, isso é o que me deixa mais forte. Me faz tão bem, me faz tão bem que perco o medo e me sinto melhor, já posso enfrentar todos os meus problemas, pois agora eu sei que quando acabar vocês vão estar aqui, eu posso ver, posso sentir, quando tudo acabar será você e eu. Mais uma vez posso sentir, a melhor parte de mim. E no momento certo, meu lado bom vai aparecer, me mostra a coisa certa a fazer, e me faz tão bem, me faz tão bem que perco o medo e me sinto melhor, pois agora eu sei que quando acabar vocês vão estar aqui. A sua presença já me faz tão bem, eu não vejo a hora de te ver sorrir, quando tudo acabar você vai estar aqui… A melhor parte de mim.
— 02 de Maio de 2010.
É o que está por vir. Saudade, não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora. Seria muito simples acenar um “tchau” e contentar-se com as memórias, com o passado. Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai. A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. E faz com que a gente invente coisas, nos leva para tão próximo da total loucura quanto é permitido, para alguém em cujo prontuário se lê “sadio”. Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos. Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo. É o transtorno intermitente e perene de implorar por “um pouco mais”.

Eu vou te esperar. Então eu estava destinada a amá-lo? Estava preste a entrar em uma montanha russa, sendo que tenho medo de altura. Quase assim, posso admitir. A sensação é a mesma. Meu sorriso permanece aqui, fazendo as bochechas doerem pelo tempo gigante que está plantado em minha face. Minhas mãos continuam desenhando coisas no ar, como se pudessem fazer minha cabeça desviar um segundo sequer de suas palavras. “Eu sempre vou te esperar”, ele dissera. Talvez fosse verdade, talvez estivesse tentando me deixar feliz — uma tonta apaixonada — mas como eu poderia saber? O coração é bobo nesses aspectos. Ele não queria ser, aposto, mas nem ele consegue mandar em si próprio. A maioria dos corações são bobos, apaixonados… Talvez — perceba, eu disse “talvez” — nenhum de nós seja tão forte a ponto de poder domá-lo. Quando eu te vejo… eu começo a sorrir.

“Imagine nós dois, eu e você, daqui a alguns anos, morando juntos. Não precisaríamos ser namorados, nem casados, nem nada disso. Apenas amigos. E nós seriamos felizes, eu e você. Fotos de nós dois estariam espalhadas pela casa. Fotos suas no meu quarto, fotos minhas no seu quarto. Mas nós dormiríamos juntos. Pelo simples fato de eu te querer por perto, e você me querer também. Pelo simples fato do meu quarto estar bagunçado demais e a sua cama ser perfeita para nós dois. Você teria medo do escuro, sem mim. E você andaria apenas com roupas íntimas, e eu fingiria não me importar. E você fingiria acreditar. Você fugiria de mim, correndo pela casa, rindo, com o controle da televisão, só pra que eu não mudasse o canal. E eu te pegaria, e ficaríamos abraçados até o silêncio nos constranger. Nossos sábados a noite seriam nostálgicos, olharíamos todos tipos de filme, atiraríamos pipocas um no outro e pediríamos uma pizza. Nostálgicos e perfeitos, porque depois dormiríamos abraçados, no sofá da sala, ao som da melodia dos créditos de um filme de romance em que você choraria do começo ao fim, e eu riria de ti e contigo. Iríamos ao supermercado uma vez por mês, comprar as mais diversas porcarias. E não nos faltaria nada. E você não se importaria com as minhas roupas espalhadas pela casa e pelo seu quarto. Você não se importaria com a minha bagunça diária, nem com a minha toalha de banho atirada pelos cantos. Nos domingos à tarde, ficaríamos na sacada do nosso apartamentinho no 3º andar, tomando coca e cantando músicas velhas. Olharíamos as pessoas lá em baixo, casais apaixonados, e ficaríamos em silêncio, perdidos nos nossos próprios pensamentos. Minhas amigas viriam me visitar, e você choraria em silêncio, no escuro do seu quarto. Até elas irem embora e eu ir dormir contigo, e perguntar se chorou. Você negaria. Eu acreditaria. Você me acordaria no meio da noite, para contar um sonho que teve. E nós riríamos juntos. Te acordaria com café na cama, ou com uma rosa roubada do jardim da casa vizinha. Eu te deixaria um recado sutil de amor na porta da geladeira antes de sair na segunda de manhã para visitar meus pais. Poderíamos até ter um cachorro. Poderíamos juntos, levar ele para passear. E eu decidiria pintar a casa, e ela ficaria vazia, apenas com nós dois e nosso cachorro. Deitaríamos no chão, e você me perguntaria em que eu estaria pensando. Eu mentiria e te perguntaria o mesmo. Você mentiria. Você iria para a universidade todo dia de manhã, enquanto eu iria para meu trabalho de meio turno em uma empresa de sucesso. Eu te amaria, em silêncio. Você também me amaria, em silêncio. Em alguns anos, você estaria se formando, e eu estaria no topo da carreira. E eu te levaria pra jantar e te pediria em casamento. Você aceitaria. E seria uma linda história de amor.” F
teenager-problem:
Rony: Oi!
Hermione: Você volta depois de semanas e tudo que você tem pra dizer é “Oi”?



